a tal da humanidade

É preciso ver as coisas como elas são. É preciso ver as pessoas como elas são. É preciso ver os sentimentos como eles verdadeiramente são. Deveríamos já ter cansados do que é morno, do que é meio, do que é quase. Mas insistimos. Por sede. Por fome. Por dor. É preciso ver a dor como ela é.

Sentes. Não sentes? Essa coisa que sufoca o que é bom, porque o que é bom não basta. Se bastasse viveríamos mais em paz, não viveríamos? Se o que é gentil e nobre servisse, não andaríamos por aí nus de integridade e justiça, andaríamos? É, somos fracos! Vivemos uma humanidade fraca. Porque precisamos ser fracos para não termos que resistir o mundo. É mais fácil. Sempre foi mais fácil. E sangramos.

Todos os dias há rios de sangue pelas ruas, pelas casas, pelos cômodos. Sangues de todos os tipos. Sangue por diversos motivos. Contudo, cobrimos. Cobrimos com lençóis brancos. Brancos? A quem estamos querendo enganar? Tolos. Vivemos uma humanidade fraca e tola!

Imagina se abríssemos os olhos e enxergássemos as coisas como elas são, se enxergássemos as pessoas como elas são, se enxergássemos os sentimentos como eles são. Sobreviveríamos?

É, acho que não!
Vivemos uma humanidade fraca, tola e cega – por escolha.

Por: Francielle Santos

(Foto: No Sidebar)

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